sábado, 3 de junho de 2017

Compilado de Viagem XI – Cusco – La ciudad


Ainda sem fôlego por causa  das maravilhas vistas pela manhã, tomo  um bom banho, aproveito para provar mais uma delícia peruana – Lomo Saltado -  e parto para o ponto de encontro com a condução que me levará para um tour em Cusco. Tour que foi uma degustação do que essa cidade fantástica tem  para oferecer: história, arquitetura, tradição, mistérios...




Cusco ou Qosqo,  cidade sede do Império Inca, de onde toda autoridade e sabedoria emanava e para onde todos convergiam para reverenciar seu imperador e seus deuses no imponente Korikancha ou Qurikancha (em quéchua, Quri Kancha, "recinto de ouro" ou "templo dourado"). Templo esse que foi destruído parcialmente pelos colonizadores e sobre suas bases hoje se acha o Convento Museu de Santo Domingo,  que conserva muito da estrutura original, permitindo que se tenha idéia da magnitude inicial, dessa que é a maior e mais importante obra arquitetônica de Cusco.


Fizemos o circuito das igrejas e com certeza terei que voltar para rever com mais tempo toda aquela riqueza da arquitetura colonial espanhola erguida em solo sagrado inca e mantendo a convivência pacífica  da fé católica com a tradição Inca,  presente em todos os templos. 

Não vou ficar aqui descrevendo igrejas, palavras não traduzem a grandeza da visão daqueles monumentos góticos, renascentistas e barrocos peruanos. É preciso ver, estar lá, sentir a emoção de fazer parte da obra. Apenas postarei algumas fotos.

Catedral de Cusco


Igreja e Convento de La Merced


Igreja e Convento da Cia de Jesus


Igreja e Convento de São Francisco


Igreja de San Blas, no bairro boêmio de mesmo nome


Se quiser sentir um gostinho, acesse:
https://www.cuscoperu.com/pt/viagens/cusco/sitios-arqueologicos/qorikancha

http://machupicchubrasil.com/06-igrejas-mais-incriveis-de-cuzco-no-peru/

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Peru - Compilado de Viagem X - Sacsayhuaman

Cusco mexe comigo. Embora tenha chegado à noite, a agitação da Praça de Armas atiça minha curiosidade e a ansiedade pelo amanhecer, para poder ver aquilo que sentia. Estamos no mês da festa da colheita e as tradições explodem em todos os cantos. O trânsito estava ruim por conta do encerramento de um dos desfiles que se sucederão por todo o mês de junho.

Cansada, mas encantada, tomo banho, faço um lanche no quarto do hotel imaginando que à medida que o tempo passa mais me aproximo do objetivo final dessa minha aventura, mas por enquanto contento-me em colocar um poncho e o chapéu comprado em Arequipa, mirar no espelho e porque não? Fazer um selfie. 

17 de junho – 7h e 30min pontualmente embarco na  VAN que me levará ao Parque Arqueológico de Sacsayhuaman,  mencionado no livro “Eram os deuses astronautas?”. Segundo nosso guia, o eficiente e paciente Ruben, não eram, e provará com suas explicações que todo aquele sítio, construído a partir de rochas enormes, com encaixes perfeitos, trazidas de longe, polidas e assentadas umas sobre as outras com a inclinação exata para resistir aos terremotos, como tem resistido até agora, é obra de um povo, cuja civilização dominava as mais sofisticadas técnicas de construção.  Só vendo para crer.